
No hope, no love, no glory, no happy ending
Fevereiro 11, 2008Quebrei a maldição que me prendia, e resolvi assistir quatro, eu disse QUATRO filmes esse final de semana.
Ok, todos eram filmes com temática gay, mas enfim. Eu tinha que começar por algum lugar, e esse era o meu estoque mais recente.
Eu não vou comentar individualmente cada um dos filmes (East Side Story, Coffee Date, Poster Boy e Tan Lines), mas posso dizer que, em linhas gerais, Coffee Date e Tan Lines foram os que mais me agradaram: um é uma comédia romântica fofa, e que tem o Wilson “Rickie Vasquez” Cruz no elenco, e o outro, um coming of age australiano perfeito.
O problema?
O problema é que eu queria coisas happy happy. Eu queria finais felizes e clichezentos (acho que é resquício de ter visto 27 Dresses no Carnaval). Eu queria que o mocinho 1 ficasse com o mocinho 2 no final e todos vivessem felizes para sempre.
E, embora todos os filmes tenha, de certa forma, um final feliz, ainda assim não eram os finais que *eu* queria.
O que me obrigou a assistir All Over the Guy e Latter Days pra compensar.
Ou seja: em dois dias, eu assisti SEIS filmes.
(o que provavelmente equivale ao número total de filmes que eu assisti em 2007 - exagero, eu sei, mas foi quase isso).
Agora, PLEASE, eu quero fazer um estoque de filminhos românticos bobos e previsíveis e que me deixem feliz. O sorvete já está no freezer.
