Arquivo da categoria ‘Tevê’

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TV is bad for society

Fevereiro 8, 2008

Drunk threatened city with TV remote

Thu Feb 7, 2008 9:27am EST

CANBERRA (Reuters) - A drunken man’s threat to blow up half a city with his television remote control forced Australian police to declare a state of emergency at a luxury golf resort, a local court heard Thursday.

Geoffrey Martin Fryatt, 57, a resident of the Fairways Golf and Lifestyle Retreat in Brisbane, was arrested by elite paramilitary police after terrifying neighbors with a knife and threatening to detonate a store of chemicals with the TV remote.

“One push of the button will blow up half of Brisbane,” Fryatt shouted in the standoff last May before police in the Queensland state capital opened fire with rubber bullets.

Fryatt’s lawyer told the Brisbane District Court that his client lost control after losing much of his life savings in a fraud carried out by his finance broker, local media said.

“People are genuinely scared of sudden explosions,” the judge said, sentencing Fryatt to a year’s probation. “Frightening members of the public with threats of bombs and bomb hoaxes has a much greater impact than it once did,” she said.

Fryatt accepted probation, but said he was concerned it could interrupt plans to travel overseas to do humanitarian aid work, the Brisbane Times newspaper reported.

“Let’s get you right before we send you off to a third world country,” the judge said.

(Reporting by Rob Taylor, editing by David Fox)

 Daqui.

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Revenge of the Nerds

Fevereiro 2, 2008

Acabei de baixar o primeiro episódio de Eli Stone, seriado de advogados, cujo único atrativo até o momento é o fato de o ator principal ser o Jonny Lee Miller.

Eu tenho uma obsessão corrente pelo Jonny Lee Miller há uns bons 13 anos, e nem posso culpar adaptações de Jane Austen, porque a única que ele fez foi Mansfield Park, e o Edmund era um idiota tanto no livro quanto no filme.

Bem, a origem da minha obsessão é Hackers, porque eu admito que eu a-do-ro aquele filme (e não custa lembrar que um dia a Angelina Jolie *não* teve aquele corpão, porque a bunda dela ficava total sem graça naquele macacão justo, na cena em que ela vai no banheiro masculino do colégio pegar o disquete - hehehehe, “disquete”).

Crash & Burn

Então que por causa daquele filme Crash Override era um dos meus top 5 nerds da ficção, embora eu nunca tenha parado para efetivamente *fazer* tal lista. Ela obviamente é encabeçada pelo Lloyd Dobler, talvez porque todas as minhas listas sejam encabeçadas pelo Lloyd Dobler.

Mas a pergunta que fica: quem são outros nerds legais da ficção? Aceito sugestões.

Anyone? Anyone? Bueller?

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Even Unicorns Say “I’m Sorry”

Setembro 10, 2007

A boa notícia do dia (para mim) é:

Posted: Mon., Sep. 10, 2007, 9:56am PTTBS renews ‘My Boys’
Network orders third season of comedy
By STEVEN ZEITCHIK

TBS has renewed ‘My Boys’ for a third season.

TBS will renew its single-in-the-city comedy “My Boys” for a third season, sources said Monday.
“My Boys,” which concludes its second season Monday night, garnered an average of 1.5 million total viewers this summer. Figure is up slightly over the 1.4 million it averaged in its first season, which aired primarily in the fourth quarter last year.

Net is expected to pick up eight episodes for the third season.

Turner net ordered 13 episodes for the first season of “My Boys” but scaled down its order this year to seven episodes, including Monday night’s one-hour finale.

Betsy Thomas created “Boys,” the Sony Pictures TV skein that stars Jordana Spiro as a female sportswriter among a cast of overgrown adolescent men in Chicago.

TBS has been using its reruns of “Sex and the City” as a lead-in to the series and even parodied the show from its Time Warner cable sibling in an episode this season.

TBS has been looking to develop and air more original sitcoms, with prexy Steve Koonin saying he is aiming for four original halfhours in primetime and four in latenight. Net recently renewed the family-oriented “The Bill Engvall Show” for a second season.

***

Acabo de descobrir que essa temporada terá apenas 7 episódios, o que talvez explique o sumiço do episódio 19: o episódio 20 que saiu na semana passada é o 19, e o de hoje, duplo, é o 20 (season finale).

[Update: O mundo é cruel e injusto e, realmente, falta um episódio. O 19. O EPISÓDIO COM PARTICIPAÇÃO DO RYAN REYNOLDS! Gaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!]

O que é bom, porque significa que amanhã dá pra começar a maratona de My Boys! Yay!

Vi o primeiro episódio (14) no final de semana, e não achei tãããão frustrante quanto alguns spoilers me levaram a crer. Acho que a questão do cliffhanger foi bem resolvida, bem de acordo com os personagens, sem fechar porta alguma. O que não quer dizer que eu não tenha ficado frustrada com a situação. Sete anos assistindo Dawson’s Creek traumatizam uma pessoa. 

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Roxy’s Tube #7: One-liners

Setembro 10, 2007

Séries cujos pilotos eu vi perdidos por aí, mas que não tive ânimo de analisar mais a fundo:

Aliens In America: Intercambista paquistanês é a chance de “popularidade” de um nerd do interior do interior do nada dos EUA: nerds mais uma vez no centro das atenções.

Cavemen:  Tristes são os tempos em que Neandertais contemporâneos são motivo de piada.

Lipstick Jungle: Minha única dúvida é chamar essa série de Desperate Urban Housewives ou Post-Marriage Sex & The City.

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Roxy’s Tube #6: Pushing Daisies

Agosto 1, 2007

pushdaisies.jpg

Pushing Daisies parece uma combinação de tudo o que Bryan Fuller (criador, roteirista e produtor de Dead Like Me e Wonderfalls e produtor executivo e roteirista de Heroes) já havia feito em suas séries anteriores, numa embalagem muito parecida com Big Fish de Tim Burton, cortesia de Barry Sonnenfeld, diretor de A Família Addams e Homens de Preto, e responsável pelo piloto dessa nova série, que estréia em outubro na ABC.

Num clima “senta que lá vem a história”, o narrador (Jim Dale) nos conta como Ned (Lee Pace) descobriu ter poderes fantásticos: com um toque, ele é capaz de trazer os mortos de volta por um breve período, e de mandá-los de vez para a vida eterna com outro toque. Esse breve período para falar com os mortos se deve ao fato de que, passado um minuto, o Universo randomicamente mata alguém no lugar daquela que ressuscitou – coisa que Ned descobre de forma trágica.

Descobrindo as regras de seu poder durante um episódio triste envolvendo sua mãe, o vizinho e uma menina chamada Chuck por quem é apaixonado, Ned acaba obcecado por tortas – como as que sua mãe costumava fazer. Ele se torna “The Pie Maker”, dono de uma doceria, e sócio involuntário de um detetive chamado Emerson Cod (Chi McBride) – que descobre casualmente os poderes de Ned.

Um dos primeiros casos em que Ned e trabalham juntos envolve o assassinato de uma moça chamada Charlotte Charles (Anna Friel) – a menina chamada Chuck da infância de Ned! – e ele se vê tentado a usar seus poderes para trazê-la de volta… de vez. Só que, para isso, existe um grande porém: eles nunca poderão se tocar.

As situações insólitas inseridas em um cenário de fantasia, e um visual meio cartunesco, com os diálogos inteligentes que são característica do trabalho televisivo de Fuller. É um conto de fadas em tons quase mórbidos, mas de uma sutileza e sensibilidade que raramente aparecem por aí. Vale a pena assistir.

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Roxy’s Tube #5: I Love My Boys

Julho 30, 2007

Eu admito que os meus Meninos Perdidos são o máximo, mas dessa vez eu quis dizer a série da TBS, que volta para a sua segunda temporada hoje, com um episódio duplo. Yay!

Hoje era dia de falar sobre Pushing Daisies, série nova do Bryan Fuller, mas eu esqueci o rascunho no Outlook do escritório, hee.

Então valos falar de coisas nerd-televisivas que me deixam feliz, shall we?

* Kevin Smith vai dirigir um episódio de Heroes:Origins!

* Joss Whedon já planeja a nona temporada de Buffy, também em quadrinhos!

* Ripper, o filme sobre as aventuras do Giles (Anthony Stuart Head) em Londres, vai ser produzido pela BBC!

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Roxy’s Tube # 4: Nerd is the new teen

Julho 30, 2007

Por alguma razão inexplicável (ou explicável em duas palavras: Adam Brody), a figura do nerd cresce assustadoramente na TV americana, a ponto de, na próxima temporada, ser o centro de pelo menos 4 novas séries. Duas delas vazaram agora em julho. Dei uma olhada, até para me preparar psicologicamente para o período de caça de pilotos em setembro.

 O que eu vi foi isso:

The Big Bang Theory

Vai estrear em 24 de setembro na CBS. A premissa de The Big Bang Theory até é interessante: dois nerds ficam amigos de uma vizinha clichê (loira, bonita, completamente fútil, menina do interior que vai para LA ser atriz e termina como garçonete e é chutada pelo namorado brutamontes), interpretada por Kaley Cuoco (de 8 Simple Rules e Charmed).

Os diálogos, apesar de previsíveis (batendo em teclas mais do que machucadas do tipo blogs, MySpace, jogos eletrônicos e condicionadores de cabelo do Luke Skywalker) até poderiam ser relevados se não fosse por UM fator essencial: os dois atores principais Johnny Galecki (que interpreta Leonard) e Jim Parsons (o Sheldon), não sei se por questão de escolha pessoal ou se por problemas de direção, parecem uma versão nerd do Will e do Jack de Will & Grace. Ou seja: pra converncer como nerds pegadores, falta mudar de lado…

Os outros dois nerds da história, amigos de Leonard e Sheldon, são mais dentro do esteriótipo esperado: Howard (Simon Helberg) parece a reencarnação da versão 70s do Bill Gates e Rajesh (Kanal Nayyar) é o indiano que não ala com mulheres porque, segundo Howard, “é nerd”. Imagino que esse episódio vazado seja o piloto de venda, e que alterações sejam feitas antes de ir ao ar: se continuar com uma dupla central tão ambígüa (inclusive há piada sobre isso no episódio), a série definitivamente não vai colar. 

Chuck

Chuck é muuuuito melhor e bem mais sutil no departamento caracterização nerd. Chuck (Zachary Levy) é um ex-estudante de Engenharia (que saiu da faculdade porque a namorada o trocou pelo colega de quarto ginasta e também estudante de engenharia) que trabalha como chefe do Nerd Herd, o departamento de assistência técnica de uma loja de eletrônicos. No dia de seu aniversário, ele recebe um e-mail do tal ex-colega, que ele acredita ser um contador - sem saber que, na verdade, o cara é um agente secreto da CIA que pretendia roubar segredos de Estado. O tal e-mail contém informações valiosas que tanto a CIA quanto a NSC querem reaver, mas elas vão acabar, de alguma forma, na cabeça do pobre Chuck.

A série é no estilo Alias, cheia de perseguições, tiroteios e explosões, e também de momentos família, família essa que Chuck precisa proteger agora que ele precisa trabalhar, involuntariamente, para o governo.

Das séries nerds até agora, a que mais promete!

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How I Met How I Met Your Mother

Maio 28, 2007

How I Met Your Mother

Desde que os deuses da tecnologia me abençoaram com duas das maiores dádivas do universo - a internet e a TV a cabo - minha vida mudou. Passei a acompanhar de forma sistemática e cada vez mais interessada uma nova gama de programas de televisão, que antes eu relegava àquelas horas de lazer do domingo ao meio-dia: os seriados.

Quando, num segundo momento de glória, esses mesmos deuses me concederam a mais nova das maravilhas do mundo moderno - a banda larga - a coisa degringolou de vez. 

A partir daí, criei uma tradição: baixar o maior número de pilotos e estréias possíveis e, a partir dali, determinar o que seria acompanhado ao longo da temporada. Foi assim que descobri Lost antes do Terra entregar os spoilers. Foi assim que vi e me apaixonei por Veronica Mars. Foi assim que, enquanto o mundo ainda achava que Desperate Housewives era o máximo (e eu já tinha desistido de suportar outra série com mulheres histéricas), apareceu Grey’s Anatomy na minha vida.

E foi do vazio deixado por Friends e Buffy - tudo a ver! - que eu baixei o primeiro episódio do que, na época, todos se referiam como “a sitcom nova com a Alyson Hannigan”.

That’s how I met How I Met Your Mother.

No começo, a série ganhou a minha simpatia por contar com um elenco não muito conhecido mas que se mostrava competente: além da Alyson Hannigan, tem o Jason Segel (que eu adorava em Freaks & Geeks) e o Neil Patrick Harris (Doogie Howser em pessoa!). Além disso, *era* uma sitcom bonitinha que, efetivamente, se valia da premissa de Friends, mostrando um grupo de amigos nova-iorquinos e suas desventuras amorosas.

O que eventualmente diferenciou HIMYM de outras sitcoms similares foi a extrema competência em contar uma história que está determinada desde o título da série: todos sabem que, eventualmente, Ted Mosby (Josh Radnor) vai encontrar a sua the one, casar e ter um casal de filhos. Mas partir dessa premissa de flashback dá aos autores uma liberdade narrativa fantástica, e essas constantes brincadeiras de vai-e-vem com o tempo proporcionaram alguns dos momentos mais fantásticos da série.

Outro ponto forte é o respeito à continuidade, que proporciona piadas compartilhadas entre personagens e público assíduo, e contribuindo para uma “mitologia” rica da série. Nesse ponto, HIMYM já começa a se diferenciar dos últimos dias de Friends: as piadas não surgem apenas das situações, mas também das idiossincrasias dos personagens, de seus desejos, fobias e até nacionalidade (como acontecia com o Dave de Newsradio, a Robyn de Cobie Smulders precisa agüentar as piadinhas por ser canadense - muitas delas feitas por ela própria).  Verborrágicos como as Gilmore Girls de Amy Sherman-Palladino, Ted, Robyn, Lilly, Marshall e Barney também mostram sua juventude e sua nostalgia através de diálogos recheados de referências pop especialmente dos anos 80 - aproximando os personagens do público com quem dividem a faixa etária, vinte e tantos anos. O humor dos diálogos, bem mais irônico, dá a sensação de que, se realmente fosse um filhote de Friends, HIMYM seria a reunião de cinco Chandlers.

O ponto fraco da série pode, na minha opinião, não ser tão fraco assim. É inegável que, dado o título da série, e o fato de ser o narrador, Ted deveria ser visto como personagem principal. E, no entanto, é ele quem tem as histórias mais fracas, e a personalidade menos atraente do grupo de amigos. Por que eu não acho tão fraco assim? Acho que, porque em algum momento desses quarenta e tantos episódios, cheguei à conclusão de que, título e narrador à parte, não é uma história sobre como Ted encontrou sua alma gêmea. É como se ele usasse essa desculpa de pretexto para contar aos filhos um pouco de quem ele foi na sua juventude, e de como ele chegou até aquele momento da sua vida. Mas, acima disso, de como ele nunca teria alcançado esse estágio não fosse por seus amigos, e de tudo que eles viveram juntos. Mais do que a história de como Ted conheceu a “mother”, é a história da Aunt Lilly e Uncle Marshall, da Aunt Robin e do Uncle Barney, de como aquelas quatro figuras, adicionadas afetivamente àquela família, se tornaram tão essenciais para ele a ponto de praticamente estrelarem suas narrativas.

É uma história de amizade que não caiu, até o momento, nas saídas fáceis que outras tantas séries tentaram utilizar. Depois de duas temporadas, e recentemente renovado para uma terceira (apesar do susto que a CBS deu nos fãs), a força da série se mostrou justamente aquilo que a diferencia dos “grandes sucessos da temporada”: ao invés de grandes reviravoltas e acontecimentos sobrenaturais, How I Met Your Mother é apenas uma história, muito bem contada, e tão humana quanto seus espectadores.

Postado por Roxy

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A long time ago, we used to be friends…

Maio 18, 2007

… mas o público não gostou, e Veronica Mars foi cancelado!

 Ok, quem disse isso foi o Ausiello, mas ele é um cara geralmente confiável. O The Futon Critic jura de pé junto que ainda tá no limbo.

 Um minuto de silêncio pelos nossos amigos de Neptune:

She was a marshmellow

Eu sei que ainda não vi a nossa temporada como deveria. Travei no episódio 10. O ritmo andava quebrado, e quando eu tenho vontade de estrangular a Veronica? Não é um bom sinal. Enfim. Aguardo a series finale para fazer a maratona de episódios que a série merece e comento aqui.

 Quanto ao suposto spin off/quarta temporada mostrando a Veronica no FBI? Ainda bem que desistiram. Pode não ser totalmente out of character pra *ela*, mas acabaria com toda a magia da série. E eu respeito demais o trabalho do Rob Thomas pra querer que ele se submeta a isso. Foi mais longe do que qualquer um de nós esperava… Cupid não teve a mesma chance (mas tinha a Paula Marshall em tempo integral…)

 Postado por Roxy

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Aww- wait for it - some!

Maio 16, 2007

Renovado!

 Postado por Roxy